Queima das Fitas 2008

Vozes e cores da Academia invadiram a Baixa do Porto durante o Cortejo

Festa foi manchada pela troca de insultos entre estudantes da FLUP à passagem pela Tribuna

Cortejo leva "Cor, Suor e Lágrimas" às ruas do Porto

7 de maio de 2008

Alegria, cor, emoção e alguma tensão marcaram mais um Cortejo da Queima das Fitas do Porto. A 6 de Maio, a cidade parou para ver e ouvir os milhares de estudantes da Academia cantarem pelas suas faculdades, institutos, escolas e universidades. Caloiros e finalistas foram, mais uma vez, protagonistas num dos momentos mais simbólicos da festa académica portuense.

GALERIAS DE IMAGENS CORTEJO 2008

Para que não percas nada da Queima das Fitas do Porto, não deixes de visitar o "Especial Queima 2008" preparado pela JPR, onde poderás encontrar as entrevistas às bandas, fotos dos concertos e do Queimódromo, o balanço dos protagonistas, e todos os sons que vibram na grande festa da Academia do Porto.

Por: Cátia Monteiro, Inês Dias Gomes e Tatiana Carvalho; Foto: Sandrina Maltez e Cristina Vilas-Boas

Comentários

Mariana

maio 7, 2008 11:12 PM

Parabéns à meia-dúzia de praxistas da FLUP que deram esta bela imagem da nossa faculdade! De facto é triste que num dia em que supostamente deveriam divertir-se e gritar pela sua faculdade, andem mais preocupados em contabilizar quantas vezes as pessoas foram à praxe e em dividir a faculdade a meio! Até os finalistas foram separados em dois grupos! O cortejo é académico, não é praxístico... acho bem que quem queira praxar seja praxado, agora impedirem as pessoas que não frequentaram a praxe de participarem nas actividades académicas é absolutamente ridículo! Como começam a ver que são poucos os que se subjugam às suas ordens desde Setembro até Maio ficam furiosos e vingam-se no cortejo! Até os alunos das outras faculdades ficaram de boca aberta com tamanha segregação! Enquanto todos os outros se divertiam, cantavam e dançavam, os praxistas de Letras pareciam baratas de um lado para o outro a ver se o Zé passava ou se era expulso, se a Maria ia à frente ou ia atrás... Enfim, mais uma vez a FLUP marcou o cortejo pela negativa com um episódio digno de criancinhas amuadas! Tenho vergonha de ser de Letras e é por estas e por outras que acho que se deveria tirar o tapete a estes tiranozinhos...

João

maio 8, 2008 12:11 AM

Eu sou da FEUP e aconteceu exactamente a mesma coisa connosco, dividir assim os alunos a meio do cortejo é vergonhoso. E como se não bastasse, ainda se servem das colheres para andar á cacetada a quem tenta atravessar o cordão. É triste.

Vitor

maio 9, 2008 12:10 AM

Para começar o cortejo é uma actividade praxistica logo é normal que os praxistas não fiquem contentes em que apareçam pessoas que nunca participaram em qualquer actividade de praxe só porque é bonito...Quer dizer vamos tentar ser razoáveis...É claro que não deixa de ser lamentável o que aconteceu com a FLUP e o que acontece todos os anos com diversas casas mas não coloquem é a culpa toda em cima dos praxistas...

Paulo

maio 9, 2008 7:09 PM

O Cortejo não é organizado pelos praxistas. È uma festa organizada pelas associações académicas em que engloba todos os estudantes que queiram participar nos festejos. Se os praxistas usam o Cortejo para praxar é lá com eles. O que é feio é serem mentirosos, xenófobos, mas quando precisam de material para estudar, pois não foram ás aulas, os outros é que são os maiores e até pedem desculpa pelos comportamentos. Sejam Homens com H grande enquanto podem, pois como vão as coisas lá fora vão passar a ser meninos com letra pequena. Não esquecendo também que esses meninos não se deram ao trabalho de ler o “livro” da praxe, e é engraçado pois cada um tem o seu entendimento e quando se lhes pergunta alguma coisa nunca sabem, era tão fácil ler e tentar perceber para depois aplicar. O uso de só meio livro dá aso a que tudo seja permitido. E aos outros que temem as represálias, vamos lá crescer pois é aqui que se vê quem os tem no sítio. Parabéns a todos os que gozaram a festa fora desta cena, e que arranjem um lugarzinho para desenvolver as vossas aptidões. FLUP é de todos.

Dani

maio 9, 2008 10:34 PM

O que se passou nessa tarde de festa, na me admirou, pois só é um reflexo das pessoas que o protagonizaram.
Eu não sou pela praxe, consoante a pintam, mas sim por uma praxe integradora, divertida e fornecedora de amizades.
Essas pessoas, vingam-se nesse gesto, de ser praxista, pois é a única maneira de se afirmarem, pois no fundo, não passam de pessoas frustradas daquilo que foi o principal objectivo quando se candidataram á faculdade, tirar uma licenciatura.
Uma vez, quando ainda andava enganado, veio uma menina perguntar a um colega meu, a hierarquia da praxe, e perguntou-lhe: “Eu estou no primeiro ano e tenho 6 matrículas, o que sou?” ele respondeu-lhe: “Uma grande burra.”
Penso que na é necessário eu proferir qualquer palavra, pois já há quem o faça!

Senhor Artur

maio 10, 2008 6:14 PM

"O Cortejo não é organizado pelos praxistas. È uma festa organizada pelas associações académicas "

Não é verdade!

Quem organiza a imposição de insignias, quem constroi o carro, quem organiza a ordem por que cada casa passa é a praxe. Quem se integra na mesma que vá com ela. Quem não se integra que vá noutro lado e não chateie.

Jose

maio 10, 2008 6:22 PM

A verdade é que o Cortejo é Académico. Por isso é que se vai de capas negras, de cartola e bengala ou outros vão como caloiros.
As forças poliicias, a Camara do Porto, a organização, toda ela se senta na Tribuna com a Praxe.. e no meio da confusão verificou-se que a Policia legitimou a separação entre as pessoas. Quem organiza e pede autorização para andar nas ruas nesta data é responsável e tem o direito de querer passar com a "organizaçãO".. com a Praxe. Quem não é da Praxe que vá à frente ou que vá atrás.. mas se não dá valor às coisas que quem é da Praxe dá, para que é que insiste em querer passar junto com os restantes.

Os insultos não foram entre cursos, foram entre pessoas que vão à festa e insulta quem está na Tribuna e quem é Praxista... isso sim é parvoice.

Ricardo Ramado

maio 10, 2008 6:28 PM

Avisaram-me destes comentários e não posso deixar de rir.

Eu não sou cristão, mas não vou à missa tentar sentar-me nos lugares da frente reservados.. para depois no fim me levantar e insultar o Padre e os seus crentes.

Razoavelmente quem não é da Praxe passa o ano inteiro a insultar quem se veste de negro.. ainda ninguem reparou que os xenefobos são os anti-praxe?

Não conheço ninguem da Praxe que deixou de falar com alguem por essas pessoas deixaram de frequentar ou optarem por não seguir a Praxe. O que acontece é que existem pessoas que são falsas, insultoosas, ofensivas... e depois claro que se chateiam.

Não ouve troca de insultos entre cursos, a noticia é falsa.. ouve troca de insultos dos Finalistas para a Tribuna e que os Praxistas tentaram calar.. é muito diferente!

Hugo

maio 10, 2008 6:33 PM

Eu sou de letras e tenho ma coisa a dizer.. as pessoas que estavam divididas das restantes eram pessoas anti-praxe que tinham assinado as respectivas declarações. A intenção das mesmas era o estragar o cortejo aos caloiros que passaram um ano a ser praxados e que mereciam o cortejo. Essas pessoas foram divididas pelo facto de nao merecerem um cortejo.

Ana

maio 10, 2008 6:34 PM

Eu não sou da praxe e não participei no Cortejo. Assisti ao mesmo como faço nos ultimos anos pelo passeio, não chatei ninguem e ninguem me chateou.

Acho que sem a organização da praxe não existiria muito respeito.. as Faculdades que passam à uma da manhã iam querer chegar-se à frente e passar mais cedo, Finalistas e caloiros iam acabar todos à porrada.

Se não fosse a Praxe e as brincadeiras dos caloiros, as cantigas que são ensaiadas, etc... o que seria do cortejo?
Um grupo de bebados?

È que os estudandes de Letras que são da Praxe (a maioria) não costuma por ai andar bebada a fazer figuras.. verdade lhe seja dita.

A praxe em Letras parece ser mais séria do que noutros lados e isso é de salutar.

Agora exageros e insultos de parte a parte não.. é desnecessário.

Ana

maio 10, 2008 6:41 PM

Eu não sou da praxe e não participei no Cortejo. Assisti ao mesmo como faço nos ultimos anos pelo passeio, não chatei ninguem e ninguem me chateou.

Acho que sem a organização da praxe não existiria muito respeito.. as Faculdades que passam à uma da manhã iam querer chegar-se à frente e passar mais cedo, Finalistas e caloiros iam acabar todos à porrada.

Se não fosse a Praxe e as brincadeiras dos caloiros, as cantigas que são ensaiadas, etc... o que seria do cortejo?
Um grupo de bebados?

È que os estudandes de Letras que são da Praxe (a maioria) não costuma por ai andar bebada a fazer figuras.. verdade lhe seja dita.

A praxe em Letras parece ser mais séria do que noutros lados e isso é de salutar.

Agora exageros e insultos de parte a parte não.. é desnecessário.

Ravanelli

maio 10, 2008 9:34 PM

Há quem passe o ano a gozar com as pessoas que aderem à Praxe, criticam sem conhecimento de causa e depois querem aparecer em actividades para as quais nunca contribuiram nem mereceram lá estar...

O Cortejo é Praxe, o Traje é para ser respeitado segundo as regras da praxe, não é para mostrar aos papás sem o ter suado!

As Actividades Académicas organizadas pela Praxe são para quem está na Praxe, quem não cumpre as regras aparece para quê?

Na FLUP cumpre-se a Praxe e ninguém é maltratado; alguém viu um caloiro de Letras queixar-se no Cortejo?!...

Deixem a Praxe em paz e façam o favor de respeitar os que trabalham para que a Academia do Porto seja cada vez maior e melhor!

ana

maio 10, 2008 10:44 PM

estao todos pa ai a falar e ja pensaram que há pessoas que nao vao a praxe porque nao podem? eu por exemplo so fui a duas aulas e na primeira semana que foi a de recepcao. pk? porque a minha praxe é a 5a feira dia em que trabalho o dia todo. e por causa disso nao devia de trajar, e de participar no cortejo como caloira? ao menos tenho orgulho de a minha comissao de praxe nao ser como a da flup, pois trajar e participei no cortejo, nao sendo discriminada de forma alguma. ah so mais uma coisa, vesti o traje nao foi pa me gabar po meu pai, pois o uso deste foi suado, pois sou eu k pago os meus estudos assim como o traje. deixem-se de merdices, o que interessa é puxar pela nossa faculdade, pois so este acto ja mostra que esta significa algo.

ana

maio 10, 2008 10:48 PM

estao todos pa ai a falar e ja pensaram que há pessoas que nao vao a praxe porque nao podem? eu por exemplo so fui a duas aulas e na primeira semana que foi a de recepcao. pk? porque a minha praxe é a 5a feira dia em que trabalho o dia todo. e por causa disso nao devia de trajar, e de participar no cortejo como caloira? ao menos tenho orgulho de a minha comissao de praxe nao ser como a da flup, pois trajar e participei no cortejo, nao sendo discriminada de forma alguma. ah so mais uma coisa, vesti o traje nao foi pa me gabar po meu pai, pois o uso deste foi suado, pois sou eu k pago os meus estudos assim como o traje. deixem-se de merdices, o que interessa é puxar pela nossa faculdade, pois so este acto ja mostra que esta significa algo.

ana

maio 10, 2008 10:48 PM

estao todos pa ai a falar e ja pensaram que há pessoas que nao vao a praxe porque nao podem? eu por exemplo so fui a duas aulas e na primeira semana que foi a de recepcao. pk? porque a minha praxe é a 5a feira dia em que trabalho o dia todo. e por causa disso nao devia de trajar, e de participar no cortejo como caloira? ao menos tenho orgulho de a minha comissao de praxe nao ser como a da flup, pois trajar e participei no cortejo, nao sendo discriminada de forma alguma. ah so mais uma coisa, vesti o traje nao foi pa me gabar po meu pai, pois o uso deste foi suado, pois sou eu k pago os meus estudos assim como o traje. deixem-se de merdices, o que interessa é puxar pela nossa faculdade, pois so este acto ja mostra que esta significa algo.

Jose II

maio 11, 2008 12:39 PM

ò Ana se não pudes-te ir,, é o teu caso.
Metes toda a gente no mesmo saco.. conheces a realidade da FLUP por "ouvi dizer".

À muita gente que trabalha e não participa em actividades ao longo do ano.. mas respeita. Essas pessoas não são mandadas embora pelo numero de presenças (trabalhadores, mães, pais, pessoas com problemas de saude, etc).

Agora quem passa o ano a INSULTAR a praxe e os seus praticantes?
Quem vai para lá organizado para tentar desorganizar?

Pensa mas é que se não pudes-te ir à praxe..seja porque motivo for, os teus colegas que foram sentiram muito mais o momento do que tu.
E que o merecem sentir rodeados de quem partilha com eles este sentimento.

Raquel

maio 12, 2008 8:07 PM

Boa tarde a todos!
parece que foi o que mais se ouviu no cortejo de este ano -quem não for academico que saía, caso contrario ng passa a tribuna...bla, bla, bla

hello pessoal! academicos somos todos nos que frequentamos o ensino superior, e se agora se lembrassem também de por de parte as particulares e politecnico do cortejo? não era bom, pois não?
entao vejam se em vez de se fazer a guerra, faz-se a paz!!!

cecilia

maio 14, 2008 11:03 PM

Para começar: joseII aprende primeiro a escrever:
Há muita gente: verbo haver
...se não pudeste ir...verbo poder pretérito perfeito.
Estuda..estudem..divirtam-se mas se só pudessem alinhar no cortejo os da praxe.......coitadinho do cortejo que ia ser tão pequenino...talvez fosse bom para os da Fernando Pessoa, assim passariam mais cedo.
Tudo tem limite...os da praxe de letras tornaram-se ridículos.
Olha Ricardo Ramado eu estava lá e não houve insultos da parte dos finalistas de Letras para a Tribuna.
É proibido proibir (já dizia o Caetano Veloso)
Já no cortejo de 2007 os de Letras fizeram figura de ursos para os do Porto canal.
Apesar disso tudo, gostei de rever mais uma vez o magnífico cortejo, espero que para o ano Letras, para bem de todos porte-se melhor!!!!!

José B

maio 15, 2008 5:50 AM

É ridículo como é que há pessoas aqui que vêm para aqui dizer que o cortejo de letras se portou mal por causa de ter separado os praxistas dos demais. O cortejo é da praxe, tal como o são as latadas, as serenatas, as imposições de insígnias e tantos outros inventos. As pessoas que vêem para aqui falar que o cortejo é de todos, são as mesmas que serão capazes de dizer que a Queima das fitas também é Concertos, ou melhor, que é algo que se coaduna com as palavras de um amigo meu, "borrachódromo". A verdadeira Queima das fitas é da praxe, pois é a praxe que a organiza. E as divisões em Letras não se deveram só ao número de presenças em praxe. Consistia não só nesse iten como também em outros como: Trajar e trajar bem e também diferenciar pessoas que cartolaram pela praxe e as que o fizeram fora da praxe (ex: Cartolados no 3.º ano). Sim porque isso aconteceu. Agora e digo a toda a gente se for necessário, que prefiro um cortejo com poucas pessoas, mas por pessoas que lutaram por alguma coisa dentro da praxe, do que ter um cortejo em que pessoas que nada fizeram pela praxe, venham aqui denegrir o nome dela. Aqui se pode apresentar os versos de uma certa pessoa: "Há momentos de vida contínuos e momentos de vida momentâneos". O momentos de vida contínuos é não só a praxe vivida no seu todo, durante toda a vida praxística e não só, e os momentos de vida momentâneos associo-os àquelas pessoas que usam e abusam da Queima das Fitas, chegando mesmo a adulterá-la. Ainda sonho que um dia o meu cortejo de sonho seja possível, o cortejo da praxe terá de ser aquele parecido ao de Letras para que possa ser mais justo. Bem haja a quem algum dia teve esta brilhante ideia. Quando a própria praxe permite escolhas e as pessoas escolhem não pertencer à praxe não sei como é que vêem sequer participar destes eventos como ainda por cima vêem para aqui espingardar coisas sem sentido. A praxe não é de todos, como nem sequer é para quem quer. A praxe é para quem a ela se pode associar, ou seja para quem pode. E para quem não sabe, nós ainda nos demos ao luxo de dar oportunidade àqueles que por uma razão CREDÍVEL não puderam aparecer à praxe durante o ano, falando aqui no caso dos caloiros. Nos outros nem sequer vou aqui estar a falar, quando a mim próprio me insultaram. Sim porque eu acho que quem insulta a praxe está-me a insultar a mim que faço parte dela. Mais uma coisinha... Nunca deixei de falar para as pessoas que estão fora da praxe, porque se tal acontecesse aí estaria a misturar dois mundos diferentes quando isso não deve nunca acontecer. Na praxe sou a hierarquia à qual pertenço e fora dela sou mais uma pessoa normal. E não por aqui falar mal do Borrachódromo que a minha pessoa normal deixa de ir lá, porque vou até. Mas antes de ir para lá, o meu traje fica em casa, e a pessoa que sou na praxe, essa fica a dormir até ao momento em que decido traçar a minha capa.

Gustavo

maio 18, 2008 8:33 PM

Jose B - assino por baixo.

Não à muito a dizer.. à uns anos atrás eram as queixas sobre a ordem do cortejo.

Depois era de ter de ir de traje.

Agora é o sei lá o quê.

Alguem me disse " é como criticar a Igreja Católica, e na missa do Galo é querer ir lá à força comungar e inventar algo mais, porque é tradição"

marta

maio 20, 2008 10:49 PM

LOL a historia repete-se... o ano passado foi no post do JPN dobre o cortejo... este ano é no do JPR...

Pah preocupem-se com coisas bem melhores em vez de se andarem a preocupar com o que se passa no cortejo e a criticar quem defacto vive o cortejo e trabalha para que ele exista....

Por acaso já repararam quem vai à frente de tudo no cortejo??
MAGNUM CONCILIUM VETERANORUM... pela logica de algumas pessoas que falam falam mas não dizem nada de jeito... deveriamos proibi-los de ir à frente porque o cortejo nada tem a ver com praxe e porque a primeira casa é Medicina... bahhh

Casa um deve falar do que sabe e não apenas limitar-se a criticar os outros...

Salvé!

marta

maio 20, 2008 10:58 PM

Errata por causa das coisas:

*sobre o Cortejo
*de facto vive...
*Magnum Consilium Veteranorum
*Cada um...

;)

pessoano

junho 13, 2008 9:44 PM

Relativamente ao comentario que se fez por ai­, no qual alguem se refere ao facto da Fernando Pessoa ir em ultimo em tom de gozo, so para deixar bem esclarecido que para nos, ir em ultimo, ja e' quase sagrado/exigencia. Definitivamente, e diga o que se disser, mais ninguem curte o cortejo como noss, com a nossa força, horas e horas sem parar nem desistir. Tanto e' verdade, que este ano quando o cortejo se iniciou e tinhamos o carro do Piaget e doutra faculdade qq atras de nos, o descontentamento foi geral. Felizmente, arranjou-se maneira de eles passarem 'a frente. Seja 'a meia noite, 'a 1, ou 'as 2 da manha, ninguem sente o mesmo que nos em fechar o cortejo. Abracos

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