Miguel Coutinho, Luísa Bessa e Armindo Monteiro na Tertúlia JPR
Armindo Monteiro
Luísa Bessa e Miguel Coutinho
Que jornalismo económico temos hoje?...
Num país que não se dá bem com os números mas em que o cinto teima em não desapertar, os jornais económicos são dos poucos que têm crescido no panorama mediático nacional. Um assunto em destaque numa tertúlia que,longe das teorias e conceitos matemáticos, traz à JPR Armindo Monteiro (presidente da ANJE) e os jornalistas Luísa Bessa e Miguel Coutinho...
Petróleo, aumento dos combustíveis, Opa's, pensões, segurança social... Para o mais comum dos mortais, estas são expressões com que hoje nos deparamos facilmente numa abertura de tlejornal ou até numa conversa de circunstância. A verdade é que, num país onde as discussões facilmente se cingiam a futebol e política, a realidade económica é cada vez um assunto do quotidiano do país, que se vê asim obrigado a pensar em números numa altura em que Portugal vive a braços com uma crise económico-financeira com final incógnito.
Uma realidade capaz de deitar abaixo o optimismo da nação mas que, na comunicação social, se tem reflectido num movimento "contra a corrente": a proliferação dos jornais económicos.
Que jornais são estes? A que público se dirigem? Em que lógicas funcionam? QUal a importância da publicidade no sector? QUe filtragem de informação se faz, em função das fontes? Qual o espaço para o jornalismo de investigação numa área em que são os números que mmais ordena?
Questões para ouvir debatidas na Tertúlia JPR desta semana, pela voz de Armindo Monteiro (presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários - ANJE), Luísa Bessa (sub-directora do "Jornal de Negócios") e Miguel coutinho (jornalista colaborador do "Expresso").


jsalkasl
atão esta coisa não mexe nunca mais?