4º Árbitro

Gil Vicente e Rio Ave são duas das oito equipas que ainda lutam pela manutenção à entrada para a última jornada da I Liga

Aos 15 anos, Gastão Elias promete voos mais altos nos courts de ténis

Roberto Baggio, para muitos melhor jogador do torneio, prepara-se para falhar o penalty que deu o título ao Brasil na final do Mundial 94, nos Estados Unidos

O último fôlego...

4 de maio de 2006

Com a última jornada da Liga a aproximar-se, 8 equipas lutam para não descer ao "inferno" da II Liga. Agruras que marcam um "4º Árbitro" que, esta semana, vai aos courts de ténis conhecer Gastão Elias. As memórias do Mundial de 94 completam mais uma viagem ao mundo do desporto.

Belenenses (39 pontos), Paços de Ferreira (39 pts), Académica (38 pts), Gil Vicente (37 pts), Naval (36 pts), Rio Ave (34 pts) e Vitória de Guimarães (34 pts). A 90 minutos de soar o último apito da Liga Portuguesa de futebol 2005/06, são estes os nomes dos clubes que tentam a todo o custo manter-se "à tona" num campeonato onde três vão acompanhar o há muito "afundado" Penafiel. Surpresas também não devem faltar (de candidato assumido aos primeiros lugares, o Vitória da cidade berço dificilmente se livrará da descida e o outrora campeão Belenenses luta também para evitar nova descida após as duas verificadas na década de 90). Até lá, as contas a fazer são muitas. Paulo Alves, treinador do Gil Vicente, ajuda a fazê-las na antena da JPR.

Do fundo da tabela, o 4º Árbitro salta então dos palcos atribulados da I Liga para os courts do Estoril Open, onde um jovem de 15 anos se mostrou ao mundo do ténis. Gastão Elias precisou apenas de passar duas rondas de qualificação e de uma vitória para, após vários títulos nacionais somados nas categorias jovens, se começar a afirmar como um dos mais promissores talentos numa modalidade onde Portugal tarda a encontrar um ídolo.

Mas se alguns ainda procuram o seu espaço nos "corredores da fama" do desporto, outros há que há muito ganharam um lugar cativo nessa galeria restrita. Em 1994, nos Estados Unidos, vários desses homens provara-no por ocasião de mais um Mundial de Futebol que o 4º Árbitro dá a conhecer em nova viagem pelo "Túnel do Tempo". Stoitchkov, Brolin, Ravelli, Finidi, Bergkamp, Salenko (melhor marcador com apenas 3 jogos disputados), Maradona (na sua última apariçao nos grandes palcos do desporto rei) são alguns dos nomes que se juntam ao desafortunado Roberto Baggio, talvez o melhor jogador do torneio mas que fica na história por ter falhado o penalty que retirou à Itália o título frente ao Brasil. Talvez por isso, do Mundial que passou pelas terras do "Tio Sam", brilhem com mais intensidade dois nomes com sotaque brasileiro: Romário e Bebeto, a dupla de baixinhos que, com golos fundamentais, conduziram o "escrete" ao primeiro "tetra" da História dos Campeonatos do Mundo de Futebol.

Por: Ivo Adão, Ricardo Bastos, André Viana, Catarina Pereira e André Monteiro

Comentários

Rui

maio 10, 2006 9:53 PM

Não percebo razão de tanta polémica, acho que é indiscutível que o Baggio foi a figura desse mundial - para o bem e para o mal, afinal falhou o penalti e esse momento é impossível de esquecer.
O comentário das cassetes é muito infeliz porque é duma prepotência impressionante e este último então é simplesmente insulto gratuito sem qualquer tipo de substância. Caro Miguel, seja o "Mourinho dos blogues" à vontade, mas faça-o num espaço que seja só seu e não num projecto que é de muitos - já uma sua resposta a um comentário na secção de cinema foi de uma agressividade injustificável.

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